Sem mais ninguém para aliviar de dores, insónias e outras maleitas, arrumei o gabinete e rumei ao sol, para me esparramar numa esplanada. Ajeitei os óculos escuros, estiquei as pernas, saboreei as costas leves após a visita de ontem ao meu mestre, pedi um chá, tirei a Vogue e a Máxima da mala e pensei: “Vão ser 30 minutos de felicidade!”
Estremunhada, voltei a mim, quando ao longe, muito ao longe, ouço perguntarem num tom aflito: “A senhora está bem? Precisa de alguma coisa?” Era o empregado. À minha frente, o chá intocado, as revistas fechadas.
Foram 22 minutos de sono profundo. E tão bom.
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3 comentários:
:) Bora marcar aí um rendez vous..
Lindo! Maravilhoso!
que terá pensado o senhor??? mandei uma valente gargalhada
Um beijinho muito chic
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